sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Máscara de Ferro no Catarse

Quer conhecer o projeto Por dentro do Máscara de Ferro?
Click aqui e conheça nosso projeto no catarse
http://catarse.me/pt/Mascaradeferro


sexta-feira, 9 de agosto de 2013

13ª Feira HQ: Convidados confirmados! Inscrições abertas!

A 13ª Feira HQ acontecerá de 13 a 15 de setembro, em Teresina-Pi, no Club dos Diários e na Central de Artesanato. O evento é patrocinado pelo BNB e BNDES (citem nossos patrocinadores. obrigado!) e apoiado pelo Governo do Estado do Piauí.

Temos a honra de divulgar nossa lista de convidados, mas antes disso, é importante lembrar que as inscrições ainda estão abertas. O evento tem 4 categorias competitivas (História em quadrinhos, ilustração, Cosplay e revista alternativa) e o prazo vai até 23 de agosto. A maioria dos concorrentes (com excessão da revista) podem se inscrever mandando seus trabalhos por e-mail: nucleodequadrinhospi@gmail.com

Maiores informações no blog do Núcleo de Quadrinhos do Piauí.: nucleodequadrinhospi.blogspot.com


Convidados:

Francisco Brêtas: Ator, dublador e diretor trabalha na área desde o final da década de 1980 e sua voz é lembrada em clássico da tv brasileira como Kamen Rider, Flashman, Maskman, Dragon Ball Z, além dos Pinguins de Madagascar, filmes e princialmente como o Cavaleiro Hyoga de Cisne em Cavaleiros do Zodíaco! Francisco Brêtas terá a tarde do domingo, dia 15, para interagir com o fãs na 13ª Feira HQ!



Zé Wellington: O cearence Zé Wellington é editor do Gattai Zine, criador e roteirista do projeto Interludio, indicado ao Troféu HQMIX 2010 na categoria melhor edição única independente. Tem participado de diversas coletâneas e revistas especializadas em literatura fantástica. É um dos fundadores do Mundo MASA, uma das maiores convenções de quadrinhos, animação e música do interior do Ceará. É também apresentador do videocast/programa de TV Baião Nerd. E vai trazer toda essa bagagem para a 13ª Feira HQ!


Iramir Araújo: Para dar dicas de roteiro e falar como adaptar situações históricas para quadrinhos, convidamos o maranhense Iramir Araújo para falar de sua experiência com as obras Balaiada e A Jurujuba!


Mario Cau: Quadrinhos e literatura sempre tiveram muito em comum. Por isso, temos visto tantas adaptações de obras clássicas para o universo dos quadrinhos. Para falar desse assunto e muito mais, a 13ª Feira HQ convidou o quadrinhista, ilustrador e professor Mario Cau para estar conosco nos dias 13, 14 e 15 de setembro! Começou a publicar em 2007 e acumula diversos títulos próprios, participações em coletâneas e coletivos de autores; trabalhos com agências de publicidade e editoras como ilustrador; aulas, palestras e workshops, e também participações em exposições coletivas. Produz a série de Histórias em Quadrinhos independentes "Pieces", que traz histórias curtas e sem personagens fixos, mostrando pequenos momentos da vida cotidiana. Recebeu duas indicações ao Troféu HQMIX (Publicação Independente de Autor e Desenhista Revelação). Em 2010 integrou o time do elogiado livro MSP+50. Em 2013 lança a adaptação de Dom Casmurro, pela Devir Livraria, projeto vencedor do ProAC (Programa de Ação Cultural da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo).Também é professor de História em Quadrinhos e Ilustração na Pandora Escola de Arte, em Campinas




Joe Bennet: Ele é um desenhista que vem de Belém-PA, fez quadrinhos de terror na década de 1990 para as revistas brasileiras Calafrio e Mestres do Terror, seguindo para as editoras norte-americanas Marvel e DC colocando seu traço em vários personagens famosos! Vamos receber mais um artista de reconhecimento internacional!


Daniel HDR: Ilustrador, designer e publicitário internacionalmente reconhecido pela sua fantástica carreira como desenhista de quadrinhos! A carreira desse artista é longa, tendo começado a desenhar aos 14 anos. Daniel acumula experiência de editoras como Marvel, DC e Dark Horse, além de ministrar aulas na Unisinos e dirigir o estúdio Dínamo. Quadrinhistas, não percam!



Sidney Gusman: Jornalista formado pela Universidade Metodista de São Bernardo do Campo, é um dos maiores especialistas em quadrinhos no Brasil. Foi sete vezes vencedor do Troféu HQ Mix, a maior premiação de quadrinhos no País. É editor-chefe do site Universo HQ e responde pelo planejamento editorial da Maurício de Sousa Produções. E o que não falta com o Sidão são novidades!


quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Kingdom of Immortals

Por Bernardo Aurélio

My brothers in arms!  (Meus irmãos de armas)
Listen the sound of the march (escutem o som da marcha)
The sound of thounsand feets (O som de milhares de pés)
The march over our graveyard (A marcha sobre nosso cemitério)

Look to all of them! (olhe para todos eles)
So brave, the shine and the pride (tão bravos, o brilho e o orgulho)
So strong, under flesh and blood (tão fortes, sob de carne e sangue)
The victorious broken bodies. (os vitoriosos corpos quebrados)

The death is so kind now (a morte é tão gentil agora)
The ground is growind around (o chão está crescendo ao redor)
I leave my sword in my hand (eu deixo minha espada em minha mão)
Going to the peaceful land. (indo para uma terra de paz)

To the glourious life (Para uma vida gloriosa)
Before day-after-death (depois do dia depois da morte)
To living in the place (para viver numa terra...)
Of the immortal men. (de homens imortais)

My brothers in arms!   (Meus irmãos de armas)
Everything important has gone (tudo que era importante passou)
All the things we have done (Todas as coisas que fizemos)
The prize for ours souls. (o preço pela nossas almas)

Look to all of them! (olhe para todos eles)
They still do the eternal march (eles ainda fazem a eterna marcha)
They are so sick and tired. (eles estão tão doente e cansados)
And we, we are so alive! (E nós, nós estamos tão vivos)


KINGDOM OF IMMORTALS (OUTRA VERSÃO)

Kingdom of Immortals (revista em 23/05/2023)
Por Bernardo Aurélio

My brothers in arms! 
Listen the sound of the march.
The sound of thousands feet. 
The march over our graveyard. 

Look to all of them! 
Braves, bright and proud. 
So strong, but just flesh and blood 
The victorious and broken bodies. 

The death is ever so kind
The ground growing around 
They leave the swords by the hug of death
Going to the peaceful land. 

To live the gracious death
In the day after that 
To living in the place 
Like a immortal man.

My brothers in arms!   
Everything important has gone 
All the things we have done 
Are the prize for ours souls. 

Look at all those others!
They still running the march 
They are so sick and tired. 

And we, we are so alive 
In the land of the imortal souls

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Compre quadrinhos do Piauí. Só R$ 1,00!!!



Acabo de chegar do sinal. Estava vendendo revistas da Feira HQ por R$ 1,00 junto com o João Luiz, Ana Karoline, Malú Pôrto, Willimar Sampaio e Michell Francisco. Vendemos 182 revistas. Nem é só pelo dinheirim que servirá pra pagar umas coisinhas na 13ª Feira HQ, é também pelo fato da gente estar distribuindo essa produção que estava guardada em nosso depósito. São 182 revistas que estão circulando nos bancos dos carros de Teresina hoje e que irão pra várias mãos depois disso. Faz parte do trabalho do Núcleo de Quadrinhos do Piauí divulgar quadrinhos brasileiros e estou muito feliz em estar fazendo isso. Muito obrigado!

Se nos ver pelos sinais por aí, compre quadrinhos do Piauí! Custa só um real! Um real! Um real! Um real!



segunda-feira, 15 de julho de 2013

Entrevista

Fabrynne Sousa: Quando e como surgiu o núcleo de quadrinhos?
Bernardo Aurélio: No início da década de 90, durante um Salão de Humor, houve uma oficina sobre criação de núcleos com Jal e Gualberto. A partir daí começaram a se reunir um grupo. O NQ como está hoje se desenvolveu dali. Membros daquele grupo compraram uma banca no centro. Por volta de 1999, outras pessoas que gostavam de quadrinhos começaram a frequentar a banca e fizeram a 1ª Feira HQ, que este ano chega a 13ª edição anual.

FS: Qual apoio das instituições (municipal e/ou estadual) vocês recebem?
BA: Já fomos aprovados em editais estaduais e municipais. No SIEC a Feira HQ já foi financiada, na Lei A Tito Filho conseguimos emplacar algumas publicações, nunca o evento em si. Também conseguimos com o Estado os espaços da Galeria do Club dos Diários e a Sala Torquato Neto, além de alguns impressos e outras peças publicitárias.

FS: Gostaria de saber sobre a Quinta Capa Livraria.
BA: A Quinta Capa surgiu de uma vontade de trabalhar com quadrinhos. A gente faz e vende nossos quadrinhos, mas não é suficiente para vivermos disso. Por isso juntamos uma grana para puder trabalharmos integralmente com quadrinhos, desenhando e vendendo. Como é uma empresa privada com fins lucrativos, não temos nenhum tipo de apoio de editais, trabalhamos por conta própria mesmo, e é muito difícil manter uma livraria, a margem de lucro é muito pequena.

A Quinta é também uma editora, mas é difícil também lançar títulos pq ainda não temos verba para manter uma linha editorial. Editamos Cabeça de Cuia (a partir de recursos que o autor conseguiu com a Lei A Tito Filho) e também o romance A Liga do Destino (também com recursos do autor). Estamos pensando em financiar uma publicação periódica a partir de parcerias com clientes da loja.


FS: As publicações de HQ's daqui.
BA: São poucas,posso citar praticamente todas as que já foram publicadas no PI: Humor Sangrento, Hipocampó, Zig Zag, Qua-qua-quadrinhos, revistas Feira HQ nº 1, 2 e 3, Foices e Facões e Cabeça de Cuia. Temos muitos fanzines impressos e on line, aí não dá pra citar todas.

FS: Quais os autores nacionalmente conhecidos e com premiações.
BA: Com premiações eu conheço poucos, mas muitos autores brasileiros fazem sucesso no exterior, como os irmãos Fábio MOon e Gabriel Bá, Rafael Albuquerque, Rafael Coutinho, Roger Cruz, Mike Deodato, Ivan Reis... São muitos.


FS: Falar sobre a Feira de HQ. (Incentivos, apoios, como surgiu, parcerias, etc)
BA: A Feira HQ está em sua 13ª edição, estamos com inscrições abertas (http://nucleodequadrinhospi.blogspot.com.br/2013/06/13-feira-hq-regulamento.html)
e são R$ 2.500,00 em premiações para 4 categorias competitivas. É um evento patrocinado pelo BNB e BNDES e tem o apoio do governo do estado e do SEBRAE.
Ainda estamos trabalhando na programação, mas posso garantir que teremos convidados legais e shows com bandas locais e de fora.

sábado, 1 de junho de 2013

Por que você deve se inscrever na 13ª Feira HQ?




1. Porque é a 13ª edição do maior evento de quadrinhos do Piauí.

2. Porque estamos pagando R$ 1000,00 pra melhor história em quadrinhos, R$ 500,00 pra melhor ilustração, R$500,00 pra melhor Publicação Alternativa e R$ 300,00 pro melhor Cosplay.

3. Porque iremos publicar os trabalhos premiados.

4. Porque é rápido e fácil se inscrever: baixe a ficha de inscrição e mande-a junto com seus desenhos por e-mail mesmo. Nós imprimimos e expomos, se for selecionada.

5. Porque os desenhos expostos ganharão certificado de participação.

6. Porque toda a exposição estará disponível digitalmente para quem quiser ver.

7. Porque o evento é feito pra você.


Mais informações, vá ao blog do Núcleo ou click aqui e baixe logo o regulamento e ficha de inscrição.


quinta-feira, 25 de abril de 2013

Novidades sobre a lei de cota no Quadrinhos Nacional


Em 2009 o deputado federal Vicentinho (PT/SP) apresentou o projeto de lei (PL) nº 6060 que trata sobre cotas para as histórias em quadrinhos no Brasil. O projeto é praticamente o mesmo texto apresentado pelo então deputado federal Simplício Mário (PT/PI), em 2006, a PL nº 6581, que foi recusado pela Câmara por considerarem anticonstitucional a obrigatoriedade de cota mínima de 20% de quadrinhos originalmente brasileiros a serem impressos pelas editoras nacionais.

Bernardo Aurélio (Conselheiro do Núcleo de Quadrinhos 
do Piauí) e Dep. José Stédille, atual relator do projeto de lei 
sobre cotas para os quadrinhos nacionais.

Acontece que o Dep. Simplício é meu pai, fui eu quem escrevi aquele projeto de lei em 2006 e, não querendo que a iniciativa do Dep. Vicentinho esbarrasse no mesmo problema, resolvi procurá-lo. Fui à Brasília nos dias 23 e 24 de abril e o procurei em seu gabinete. Infelizmente, o deputado não estava, mas falei com Paulo, seu assessor. Descobri com ele que o PL nº 6060 estava nas mãos do relator da Comissão de Cultura José Stédille, deputado federal pelo PSB/RS. Descobri também que o prazo para emendas parlamentares que alterassem o texto do projeto de lei havia acabado recentemente, dia 04/04/13. Conversando com o Dep. Stédille, expliquei como é importante que o projeto perca o caráter de cota obrigatória sem nenhuma contra-partida para as editoras e torne-se uma lei de incentivo fiscal para aquelas editoras que, espontaneamente, atinjam uma cota mínima de quadrinhos nacionais. Falei que o incentivo fiscal poderia acontecer como previsto na Lei Rouanet (até 4% de desconto do valor total do imposto de renda para pessoas jurídicas). Falei também que a revisão no PL nº 6060 poderia sugerir a criação de um edital nacional de incentivo à publicação de quadrinhos nos moldes do PROAC, do município de São Paulo que premia com R$ 40 mil projetos inéditos de quadrinhos de autores nacionais.

O Dep. Stédille ficou interessado nas alterações que eu coloquei, da mesma forma que o Paulo, assessor do Vincentinho. Até onde entendi, o Dep. Stédille teria duas opções depois de considerar desfavorável o PL nº 6060 como ele se encontra hoje: 1º) pode apresentar um substitutivo na PL nº 6060 incluindo todas as alterações que eu coloquei tornando muito mais fácil sua aprovação no Câmara e no Congresso e 2º) ou ele ou o Vicentinho apresentam um novo projeto de lei nos termos colocados por mim.

Espero que tudo possa acontecer rapidamente, já que minhas expectativas (e de muito outros) com relação a um projeto de lei como esse desenrola-se desde 2006.

Ao final de nossa conversa, presenteei o deputado com um 
exemplar do Foices e Facões, um exemplo da luta da nossa história.

Obrigado a todos pela atenção que recebi em Brasília e espero que nosso projeto possa acontecer e agradar a todos para que possamos, autores, editoras e leitores, torcer juntos pela sansão da canetada final da presidente Dilma.

Bernardo Aurélio
Conselheiro da Associação Núcleo de Quadrinhos do Piauí


OBS: Segue abaixo modelo da revisão do PL 6060/2009 que apresentei tanto ao deputado Stédille quanto no gabinete do deputado Vicentinho:

REVISÃO DO PROJETO DE LEI Nº 6060/2009, DE INCENTIVO AO QUADRINHO NACIONAL.


Estabelece mecanismo de incentivo para a produção de histórias em quadrinhos nacionais.
O Congresso Nacional decreta:
Art. 1º Esta Lei estabelece incentivo para a produção de histórias em quadrinhos de origem nacional no mercado editorial brasileiro.


Art. 2º As editoras que atingirem um percentual mínimo de histórias em quadrinhos de origem nacional, considerando-se o conjunto das publicações do gênero produzidas a cada ano, receberão incentivos fiscais através da redução do Imposto de Renda, de acordo com a proporção: se atingirem um mínimo de 30% de quadrinhos nacionais, poderão reduzir do Imposto de Renda valor de até 50% do total investido na produção desses quadrinhos nacionais; se atingirem 20% poderão reduzir até 25% do total investido na produção desses quadrinhos nacionais.
§ 1º O incentivo fiscal obtido através dessa lei deverá estar dentro dos percentuais permitidos pela legislação tributária. Para empresas, até 4% do imposto devido; para pessoas físicas, até 6% do imposto devido, de acordo com a Lei Rouanet (Lei nº 8.313 de 23 de dezembro de 1991).
§2º Considera-se história em quadrinhos de origem nacional aquela produzida, escrita e desenhada por artista brasileiro, ou por estrangeiro radicado no Brasil, e que tenha sido publicada originalmente por empresa sediada no Brasil.
§3º O percentual de títulos estipulado no “caput” deste artigo será estipulado da seguinte forma: a cota mínima de quadrinhos nacionais deve ser calculada em comparação com o total de páginas de quadrinhos lançados pela editora durante um ano, não sendo consideradas na conta páginas como capa, editorial, expediente, sessão de cartas e outras.
§4ºA distribuição das páginas nacionais em quais e quantas revistas fica de acordo com a conveniência da editora.

Art. 3º As editoras que quiserem se fazer valer dos incentivos fiscais previstos em lei deverão, além de atingir o percentual mínimo de obras brasileiras em quadrinhos entre seus títulos do gênero, obrigar-se a lançá-los comercialmente na forma impressa.


Art. 4º Em se tratando de veículos impressos de circulação diária, semanal ou mensal, deverá ser observada a mesma relação percentual de tira nacional em comparação com as tiras estrangeiras publicadas.

Art. 5º O Poder Público, por meio dos órgãos competentes (MinC e Funart), implementará medidas de apoio e incentivo à produção de histórias em quadrinhos nacionais, através do 
Edital Nacional de Incentivo à Publicação de Quadrinhos Brasileiros que selecionará e financiará projetos específicos da área.
§1º O Edital Nacional de Incentivo à Publicação de Quadrinhos Brasileiros deverá ser redigido e implementado, em seus pormenores, pelos órgãos competentes e implementado, anualmente, um ano após esse lei entrar em vigor.


Art. 6º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.