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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Kingdom of Immortals

Por Bernardo Aurélio

My brothers in arms!  (Meus irmãos de armas)
Listen the sound of the march (escutem o som da marcha)
The sound of thounsand feets (O som de milhares de pés)
The march over our graveyard (A marcha sobre nosso cemitério)

Look to all of them! (olhe para todos eles)
So brave, the shine and the pride (tão bravos, o brilho e o orgulho)
So strong, under flesh and blood (tão fortes, sob de carne e sangue)
The victorious broken bodies. (os vitoriosos corpos quebrados)

The death is so kind now (a morte é tão gentil agora)
The ground is growind around (o chão está crescendo ao redor)
I leave my sword in my hand (eu deixo minha espada em minha mão)
Going to the peaceful land. (indo para uma terra de paz)

To the glourious life (Para uma vida gloriosa)
Before day-after-death (depois do dia depois da morte)
To living in the place (para viver numa terra...)
Of the immortal men. (de homens imortais)

My brothers in arms!   (Meus irmãos de armas)
Everything important has gone (tudo que era importante passou)
All the things we have done (Todas as coisas que fizemos)
The prize for ours souls. (o preço pela nossas almas)

Look to all of them! (olhe para todos eles)
They still do the eternal march (eles ainda fazem a eterna marcha)
They are so sick and tired. (eles estão tão doente e cansados)
And we, we are so alive! (E nós, nós estamos tão vivos)


KINGDOM OF IMMORTALS (OUTRA VERSÃO)

Kingdom of Immortals (revista em 23/05/2023)
Por Bernardo Aurélio

My brothers in arms! 
Listen the sound of the march.
The sound of thousands feet. 
The march over our graveyard. 

Look to all of them! 
Braves, bright and proud. 
So strong, but just flesh and blood 
The victorious and broken bodies. 

The death is ever so kind
The ground growing around 
They leave the swords by the hug of death
Going to the peaceful land. 

To live the gracious death
In the day after that 
To living in the place 
Like a immortal man.

My brothers in arms!   
Everything important has gone 
All the things we have done 
Are the prize for ours souls. 

Look at all those others!
They still running the march 
They are so sick and tired. 

And we, we are so alive 
In the land of the imortal souls

terça-feira, 12 de julho de 2011

Killer Crispim

When the moon is in the high sky
And the Old Monk river goes down
His big head ahead rises

His killer’s eyes looking for a victim,
Looking for a innocent Maria.

Step bay step going down a dark street,
In the nigth, a lenely criature.

Many years ago
A terrible mother’s curse
Down on a child:

“Seven girls you’ll have to kill
Ungrate son!
Or you will never see again the light of sun
You don’t understand the love of a mom
For that, you’ll be turn in to a monster
And will live by the river
You destroyd my life
You made real our poverty
And can’t live with that
Sick and hungry your hate changed in madness
You raise up your hand over me.”

Years before, six little girls
Were dead in screams and blood
When the seventh fall down,
He’ll come back a normal man
If a seventh die.

With her books on the chest
The white skin and fresh meat
Waiting the bus, but is to late
To the little and pretty girl.

Running down the street,
With fingers starved of horror song
Singing by the virgin mouth,
Crispim is so insane!

Run and pray!
Just run away!
Try to live
But anyway
You will die
Before next day.

The moon shine in red blood
His hate and hungry decrease
The wind blows so strong
It’s the end of a mother’s curse
Crispim isn’t more the same
The river isn’t more his home
But the curse don’t dispel
‘Couse Crispim have no more choice.

His eyes is like the light of the moon
The madness still alive in his body
The eighth death will come soon
It’s the lovely heritage to a son.

EXODUS

(por Bernardo Aurélio)

Os navios deixam Portugal
Navegam o mar da fantasia
Marinheiros de sol e sal
Enfrentam monstros e magia.

Pra trás ficam Lisboa,
E um trono vazio
Desesperada a corte
Embarca para o Brasil.

Ooh, mar salgado!
Quanto do teu sal
São lágrimas choradas de Portugal?

Aah, mar salgado!
Quanta tragédia!
Perder o rei, assim da noite pro dia.

Ooh, icem as velas!
Homens para o mar,
Ao horizonte, pra longe de nosso lar?

Os barcos ancoram no litoral,
Cruzaram o mar com angustia.
O fim da escravidão colonial.
Um reino o Brasil agora vivia.

Ooh, mar salgado!
Quanto do teu sal
São lágrimas sangradas por Portugal?

Aah, mar salgado!
Quanta tragédia!
Perder o rei, assim da noite pro dia.

Ooh, Rei, meu rei!
Volte a Portugal
Veja seus filhos, proteja-nos de todo mal!

Espíritos dos Deuses Mortos

(por Bernardo Aurélio)


Os homens rezam através dos tempos
Pedem proteção ao desconhecido
Oferecem oração, despercebidos,
Não existem mais aqueles templos.

Há apenas um à quem apelar.
Um Deus com seus santos na Terra
E deuses mortos na santa guerra
Milhares de seres a nos observar.

Os sentidos nos enganam
Estão todos aqui, os deuses tortos.
À noite eles nos procuram.
São os espíritos dos deuses mortos.
(Refrão)

Eles estão perdidos na Terra.
Espíritos antigos, caídos, escondidos.
Que dançam ao redor da chama de velas
Deuses esquecidos que só querem rezas.

Astro Rei

(por Bernardo Aurélio)


Sobre nossas cabeças
Um Astro Rei
Escaldante e eterno
O sangue ferve
Nas veias, no inverno.

Sobre nossas cabeças
Um Astro Rei
Escaldante e eterno
A loucura cresce
Na cidade, no inferno.
(Refrão)


Criaturas diurnas
Forjadas pelo sol
Caminham pelo asfalto
Atravessam prédios,
Ferro e concreto.

Zumbis engravatados
O enorme big-ben
Refletido nos pulsos
Sem vontade própria
Dia-a-dia controlados.

É ele quem dá as regras
Ele é o astro rei
Não há entropia
Abaixe a cabeça,
Apenas faça! Sorria!

As horas estão contadas
Não vá se perder,
Não olhe para a lua
O ciclo lunar é diferente
O sol não se pode deter.

Olhe para o sol
Cegue suas retinas
Não precisa delas
Já sabe o que irá fazer
Quando o dia amanhecer.

Crispim Assassino

(por Bernardo Aurélio)

Quando a lua está alta no céu
E o velho monge desce devagar
Seu corpo surge no véu da noite

Seus olhos assassinos procuram pela vítima,
Procuram pela inocente Maria.

Seus passos descendo a rua escura
Na noite, a solitária criatura.

Muitos anos atrás
A maldição de uma mãe
Caiu sobre sua criança:


“Viverá para sempre no rio!
Até que sete garotas tenha matado,
Maldito filho ingrato!
Não verá mais a luz do sol.
Não entende o amor de uma mãe.
Um monstro que merece esse fim!

Você destruiu minha vida
Tornou real nossa pobreza
Não pode viver com isso
Doente e faminto, ódio e loucura
Você levantou sua mão sobre mim!”

Anos depois, seis garotas
Mortas em gritos e sangue
Quando a sétima cair ao luar
Será o fim da maldição
Basta mais uma cair e sangrar

Com seus livros sobre o peito
Sob a pele pulsa o sangue fresco
Esperando o ônibus, mas é tão tarde
Tão tarde para a pequena menina.

Correndo rua abaixo
Faminto de horror
Ele quer devorá-la
Sangue, suor e pavor.

Cante, cante, menina.
Cante, cante, Maria.
Cante o grito da dor
Liberte Crispim
Liberte Crispim sofredor.

A lua brilha vermelha esta noite.
Seu ódio e fome diminuem
O vento sopra tão forte como açoite
Sua mãe está no inferno, saciada
Crispim não é mais o mesmo
O rio não é mais sua casa amaldiçoada

Mas Crispim não tem mais opção
Seus olhos são como o brilho da lua
A oitava vítima virá logo.
Banhará de sangue novamente a rua
É sua herança, é tudo que tem.
É o que arde no peito.
É fogo.

Lunar

(por Bernardo Aurélio)

Eu vejo o céu
Com olhos vermelhos
Minha cabeça dói tanto
Minha alma grita

A luz da lua
Tão escura esta noite
E meus pesadelos
São bons sonhos

A luz da lua me guia
Corro pelo precipício
Se eu cair, serei livre
Talvez seja melhor

Olho para seus rostos
Tanta gente insana
Eles são loucos!
Vivendo à luz do sol
Vivendo tão pouco.

Não si controlam.
A lua está comigo.
Eles vivem pelo sol
Com a lua estou protegido.


Lunar (Versão em inglês)
(Bernardo Aurélio)

I look to the sky
My eyes are red
My head hurt so much
And my soul scream

The light of the moon
Are so dark tonight
And my nigthmares
Are just like dreams.

The lunar lights guides me
I run closer to the edge
If I fall I will be free
And maybe it will better

I look to their faces
And see anything
Just insanity.
They are so crazy
Living like that
Day after day around the sun.

They don’t control their own lives
The lunar Light its with me
They live inside of madness
The lunar light hold me.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Messias

Bernardo Aulério

Quando os dias estão assim,
Eu quero olhar na sua cara.
Eu quero saber o por quê
Quando os dias estão ruins.

Perdendo-me no vale da morte,
Eu procuro por sua mão.
Eu procuro você ao meu lado,
Perdendo-me à própria sorte.

Faça-nos voar!
(Somos fracos)
Faça-nos acreditar!

Faça-nos ver!
(Somos fracos)
Faça-nos crer!

Não vejo a luz no fim,
Eu queria acreditar sem ver,
Eu queria acreditar com fé,
Mas preciso d'um show pra mim.

terça-feira, 17 de março de 2009

Réquiem aos Heróis

Bernardo Aurélio


As tropas marcham a céu aberto
Com sede de matar
Espingardas e canhões
Contra foices e facões

As tropas marcham ao redor,
Com sede de calar
Tortura e prisão
Contra liberdade e paixão

Campos abertos, desertos
Preparado para a guerra
Campos maiores, cobertos
De sangue e corpos com terra.

Quem vence a luta
Na batalha pela liberdade?
Quem vence a justa
Nas duas pontas da verdade?

Quem irá contar os mortos
No final da batalha?
Quantos sairão vitoriosos
No final da campanha?

Nós lutamos guiados por ideais,
De homens que sabem o que querem
E morremos sem saber os motivos reais
Daqueles que fatalmente nos ferem.